#partiumochilar (30 dias, 14 países)

Se prepare para embarcar numa trip muito loka… 30 dias, 14 países!!!  Não é a toa que apelidamos nossa viagem de “Expedição Esparta” uma menção aos guerreiros linha duríssima da ilha de Esparta na Grécia antiga.

Aqui faremos um breve relato, em ordem cronológica, da nossa expedição. Enfatizando a hospedagem, meio de transporte e citando os pontos turísticos visitados. Para cada um dos lugares temos os links dos posts específicos para você ler depois o que interessar com mais detalhes.

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Primeira foto no início da “Expedição Esparta”

A idéia era mochilar na Europa durante o mês de dezembro (férias), então, começamos o planejamento em setembro. Cotamos passagens aéreas, ferroviárias e rodoviárias, hostels, tentando unir melhor roteiro com melhor preço e as distâncias de um país para o outro. Antes de encerrar o mês já tínhamos definido “Serão 14 países”!

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Montamos uma planilha com todas as datas, qual o meio de transporte utilizado, horários, e valores já com a conversão para Euro (moeda utilizada na maioria dos países).

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The Temple Bar – Dublin

E no dia 05 de dezembro iniciamos a expedição. A primeira parada foi em Dublin na Irlanda, onde eu (Drê), atualmente, faço intercâmbio. O Kito não conhecia então, ficamos por 2 dias e o roteiro incluiu um tour pelos pubs irlandeses, especialmente o pub mais famoso da região “The Temple Bar”. Passeios de Dublin bike pelas ruas da cidade, visita aos parques Stephen’s Green e Phoenix Park, visita as catedrais Christchurch e St Patricks, passeio até o Grand Canal Dock e pela marginal do famoso rio Liffey, a biblioteca da Universidade Trinity College em que foram gravadas cenas do filme Harry Potter,  Graphton Street e o monumento mais famoso e ponto de encontros Spire, mais conhecido como “agulhão” entre os brasileiros.

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Dirigindo na mão inglesa – Irlanda

No dia 07 alugamos um carro e seguimos em direção à Irlanda do Norte. Lá visitamos a costa do condado de Antrim, região famosa por uma beleza exuberante. Os pontos imperdíveis são: Giants Causeway (A Calçada dos Gigantes); Castelo Dunluce; Carrick-a-rede Rope Bridge (ponte de cordas) e; se você é fã de Games of Thrones, a The Dark Hedges ou na ficção “Kingsroad” (A estrada do rei). Dormimos em Belfast no Hostel Paddy’s Palace (68, Lisburn Road). Pagamos £6 por pessoa em quarto compartilhado de 8 camas.

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HardRock Cafe – Glasgow

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O verdadeiro whisky escocês – Edimburgo

Dia 09 partimos para a Escócia, Glasgow. Fomos de avião e pagamos 20€ na passagem aérea saindo de Dublin (ida e volta). Ficamos hospedados no Euro Hostel (318, Clyde Street Glasgow – Central Glasgow, G1 4NR, Reino Unido) pagando £12,50 por pessoa na diária do quarto twin privado. Indicamos para quem quer um pouco mais de privacidade, boa localização, ótima qualidade dos serviços. Não tivemos muita sorte, pois choveu praticamente o dia todo. Acabamos passeando mais pelo centro, havia um parque super bonito, com comidas típicas e uma pista de patinação (aberto para as festas de fim de ano). Conhecemos a Catedral de Glasgow que é muito bonita, recomendamos, e atrás da catedral tem a Necrópoles que é bem interessante. Também tiramos uma foto em frente à Galeria de Arte Moderna onde está a estátua de Wellington, montado. À noite a atração foi o Hard Rock Café, ambiente super agradável com boa música. No dia seguinte pegamos um ônibus e seguimos para Edinburgo. Comparado a Glasgow a cidade é muito mais bonita, visitamos o castelo de Edinburgo, a praça com o monumento ao Sir Walter Scott, em estilo gótico, a Universidade de Edinburgo e fizemos uma pausa para experimentar o legítimo whisky escocês, Gienkinchie.

Voltamos para Dublin dia 10 e no dia seguinte partimos para Londres. Voando pela Ryanair, pagamos 23,45€ na passagem somente de ida. Em Londres ficamos hospedados no hostel Globe Trotts Inn, que apesar de barato para o padrão Londres, não recomendamos devido ao péssimo padrão de limpeza e falta de acesso à internet nos quartos.

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London Eye – Londres

Por outro lado, a localização até que não é ruim, fica na Barking Road, tem acesso fácil de ônibus. Permanecemos em Londres 3 dias, 4 noites. Posso dizer que faltou tempo. Londres é uma cidade muito grande e tem muitas atrações para todos os tipos de gostos. Os transportes são um tanto complexos, ideal baixar um mapa com as linhas de metrô. Indicamos o cartão Day pass, pois por £12 você pode andar por todos os meios de transporte e quantas vezes precisar naquele dia. No primeiro dia preferimos conhecer os clássicos: Palácio de Buckingham, Portal de Marble Arche, Hyde Park, Big Ban e London Eye, Tower Bridge e Piccadilly Circus. Já no segundo dia fomos a Trafalgar Square e um tour à Stonehenge. Otour foi maravilhoso, recomendamos! O ultimo dia foi dedicado à “música”! Primeiro fomos a Abbey Road, onde tem a famosa faixa de pedestres que foi capa de um álbum dos Beatles e ao Abbey Road Studio, local em que eles gravavam! Depois partimos para Regent’s Canal e Camden Town, este ultimo famoso por ser o preferido da cantora Amy Winehouse e local em que ela iniciou sua carreira.

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Parthenon – Atenas

Saímos de Londres no dia 15/12 em direção à Atenas na Grécia. Voando pelo Easyjet, pagamos 53,03€ na passagem. Ficamos hospedados por 3 noites no Sparta Team Atenas, ótima localização, 10 minutos andando até a Biblioteca de Adriano e aos pés da Acrópolis. O Hostel não é nem um pouco luxuoso, mas em termos de custo/benefício foi ótimo. Pagamos 7,5€ por pessoa/por dia num quarto duplo privado com banheiro compartilhado. Um ponto positivo em Atenas é que é muito barato para visitar os pontos turísticos. Você pode comprar um ingresso por 12€ que dá direito a visitar os principais pontos, e se você é estudante e tem o “Student Leap Card”, não paga absolutamente nada. No primeiro dia, fomos a Biblioteca de Adriano, ao Templo de Hefésto na Ágora Antiga que é o mais preservado na Grécia, passeamos pelo bairro mais antigo “Plaka”, o qual tem as famosas casinhas brancas características e subimos à Acrópole. A Acrópole realmente impressiona e compreende o Odeão de Herodes Ático, que é um teatro, o imponente e mais importante templo “Pathernon”, o Erechtheion e o Teatro de Dionísio. No dia seguinte, partimos para um pequeno cruzeiro pelas ilhas de Poros e Hydra, lindíssimas, porém não são tão exuberantes ou famosas como Mikonos, por exemplo. E no ultimo dia visitamos o Templo de Zeus, este pouco preservado, tem colunas caídas ao chão, mas nem por isso, menos interessante. E finalizamos com o Estádio Panathinaiko, que foi Sede dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.

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Castelo do Drácula – Transilvânia (Romênia)

O próximo destino foi Romênia. Pegamos o avião em direção à Bucareste (capital) no dia 18/12. Compramos as passagens aéreas pela Aegean por 94,15€. A capital da Romênia foi um pouco tenso, ficamos somente uma tarde, andamos um pouco pelo centro, mas não sentimos muita receptividade com os turistas, e, além disso, poucas pessoas falam inglês o que dificulta conseguir informações, por exemplo. Ficamos hospedados no hostel George & Dragon Rooms. Super indicamos, os quartos são ótimos, limpos, com internet e os funcionários foram muito prestativos. Pagamos 8,5€ por pessoa, num quarto duplo, com banheiro compartilhado. Ficamos somente uma noite e, no dia seguinte, pegamos o trem logo cedo sentido Brasov, afinal nosso objetivo era o “Castelo do Drácula”, ou “Castelo de Bran”. Foram 183 quilômetros e pagamos 7,5€ na passagem comprando online. O “Castelo do Drácula” situa-se entre as cidades de Transilvânia e Valáquia. Chegando à Estação Central, a Gara Brasov, pegamos mais dois ônibus até finalmente chegar ao nosso destino. A parte de fora do Castelo é realmente lindíssima, e estava ainda mais bonito porque estava todo coberto de neve. Algumas polêmicas giram em torno da história do castelo, consta que ele serviu de inspiração Bram Stocker na criação de seu personagem “Drácula”. O ticket para castelo custa aproximadamente 2,5€.

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Ice Bar – Budapeste

No mesmo dia, voltamos para a Gara Central em Brasov e pegamos o trem noturno (95,5€) em direção a Budapeste, capital da Hungria. Compramos o ticket online. Após 10 horas de viagem (690km), no dia 20/12, chegamos a Budapeste. Ficamos hospedados no All Central Hostel que tem ótima localização, próximo a uma estação de metrô, e bom preço. Pagamos 5,4€ por pessoa (por noite) em quarto compartilhado de 4 camas. O centro de Budapeste é muito bem estruturado, dispõe de grande variedade de lojas e restaurantes, além de ser belíssimo e muito limpo. No primeiro dia, conhecemos boa parte dos pontos turísticos caminhando. Atravessamos a ponte de Erzsébet, que oferece uma linda vista do rio Danúbio, sentido Gellért Hill. Já nos pés da colina (Gellért Hill), você encontra o Gellért Bath, que é uma das casas de banho termais tradicionais da cidade. Depois subimos a colina (235 metros acima do rio) e de lá a vista da cidade é incrível, incluindo do Castelo de Buda, este classificado pela UNESCO, 1987, como Patrimônio da Humanidade. A noite demos uma volta pelo centro que estava cheio de barraquinhas com comidas típicas e provamos o delicioso Kurtoskalacs que é um doce tradicional e depois a “balada” foi no Ice Bar!

No dia seguinte, fomos de metrô ao Castelo Vajdahunyad localizado no Parque da Cidade, a Capela Jáki e a enigmática estátua de Anonymus. Depois partimos para o curioso Memorial “Sapatos às Margens do Danúbio” e prédio do Parlamento Húngaro, que é o maior edifício da Hungria e finalizamos com a famosa “Praça dos Heróis” localizada ao final da Avenida Andrássy.

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Castelo de Bratislava – Bratislava

Para chegarmos ao nosso próximo destino, pegamos um ônibus da Czech-transport pagando 8,35€ cada e andamos 200 quilômetros. Chegamos a Bratislava (capital da Eslováquia) no dia 22/12. Lá ficamos hospedados no Patio Hostel que consideramos muito bom quanto a limpeza, lazer, internet, cozinha e localização. Pagamos 9,65€ por pessoa, em quarto compartilhado de 5 camas. Ficamos 2 dias na cidade. No primeiro fomos conhecer o centro e a intrigante estátua do operário saindo do bueiro “Cumil”. Seguimos para o famoso Portão de São Miguel e o Castelo da Bratislava. Depois seguindo pelo rio Danúbio, atravessamos a Ponte Nova e fomos até o UFO que é uma torre a quase 100 metros acima do rio, com um designer super moderno onde se encontra um restaurante e o observatório que permite uma visão 360° da cidade. No dia seguinte visitamos o nosso lugar preferido na Eslováquia. Um pouquinho mais afastado do centro da Bratislava situa se o Castelo de Devin. O castelo está situado no cume de uma rocha às margens do rio Morávia que faz fronteira com a Áustria. Suas ruínas são belíssimas e a vista do alto do castelo também impressiona! Antes de partirmos, rodeamos a parte baixa do castelo, na margem do rio e encontramos uma vibe bem tranquila, ótimo local para relaxar e curtir a paisagem!

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Centro de Viena

Na véspera de Natal, saímos pela manhã e pegamos o ônibus da empresa Esloklines sentido Viena (capital da Áustria) por 7,7€ cada. Foram apenas 80 quilômetros, aproximadamente 1 hora de viagem. Instalamos-nos no Hotel in Hernals e pagamos 17,50€ por pessoa (1 noite) para um quarto duplo com banheiro compartilhado. Ficamos satisfeitos com a limpeza e localização. Um inconveniente, não só no hotel, mas em Viena, em geral, é que nem todas as pessoas falam inglês e muitas informações encontramos somente em alemão, língua oficial do país. Para a nossa decepção, diferente do que lemos em diversos blogs, o Natal em Viena deixou a desejar. Primeiro porque não tinha nada aberto, mal conseguimos comprar uns pães e frios para a nossa “ceia” e não havia quase ninguém nas ruas. Passamos o Natal no Hotel. Mas, para compensar, no dia seguinte fomos ao Schönbrunner Schlosspark. Trata-se de um parque muito bonito no qual está situado o Palácio de Schönbrunn e o Zoológico, todos considerados Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1996. Resumidamente foi o que “salvou” nossa estadia por lá.

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Ponte de Carlos – Praga

No dia 26/12 seguimos para nosso próximo destino. De Viena para Praga na República Checa levamos aproximadamente 4 horas (330 km) de ônibus pela empresa Eurolines. Hospedamo-nos no Hostel Plus Praga, que na nossa concepção foi o melhor da temporada. O hostel tem quartos enormes, muito bem divididos, mesmo para quartos de 8 camas como foi o nosso caso. O ambiente super agradável, com internet que funciona, banheiro nos quartos, restaurante, sauna e piscina. Pagamos 7,8€ por pessoa por noite. Indicamos! Como só tínhamos um dia para explorar a cidade, começamos pelo centro velho. Fomos direto a Praça da Cidade Velha que é rodeada por igrejas e prédios antigos de diferentes estilos arquitetônicos. Uma das suas atrações é o Orloj, um relógio astronômico. Depois subimos até a colina Hradcany, local onde está situado a Castelo de Praga e a Igreja de São Vito. Depois passeamos pela Ponte de Carlos, que é outro cartão postal da cidade de Praga, não só pela sua bela arquitetura, mas por todas as formas de artes expostas sobre ela. Em Praga foi onde sentimos a melhor vibe e a imagem do rio Moldava vista de cima da ponte também é inesquecível! Para finalizar, já no comecinho da noite, visitamos a Casa Dançante, cuja arquitetura é realmente interessante.

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Nosal Ski – Zakopane

A próxima parada era Zakopane na Polônia. Mas para chegarmos até lá, tivemos que pegar um trem noturno de Praga a Cracóvia (capital da Polônia) que durou aproximadamente 13 horas (540km). Compramos os tickets online por 84,4€. E depois, de Cracóvia para Zakopane pegamos um ônibus da empresa Polskibus por 4,5€. O trajeto durou 2 horas. Localizada mais ao sul, a cidade é conhecida é conhecida por ser o centro de esqui e montanhismo mais importante da Polônia. As principais estações de esqui alpino são: Kasprowy Wierch, Nosal e a colina de Gubałówka. Ficamos hospedados no Hostel Gazdowaka u Janka. No geral até que gostamos, o único inconveniente foi na chegada, que não havia ninguém para nos recepcionar, tivemos que ficar cerca de 1 hora congelando no frio, até que apareceu um hóspede e nós conseguimos entrar. Pagamos 9,5€ por pessoa, num quarto duplo, privado, com banheiro compartilhado. O Centro de Zakopane dispõe de grande variedade de restaurantes e lojinhas de souvenirs e roupas de inverno e o melhor, além de encantadora, a cidade não é cara, ao menos quando comparada a maioria das quais a gente havia passado. A maioria das pessoas não fala inglês, mas são muito simpáticas e bem receptivas. Nosso principal objetivo era esquiar, então fomos à estação de esqui Nosal que era a mais indicada para iniciantes. Lá permanecemos por 2 horas, que não foram suficientes para sair profissional, mas até que deu para ter uma noção. Aproveitamos toda a neve de Zakopane para matar a vontade de brincar… Fizemos bonecos de neve, anjinho, guerrinha de neve, ou seja, tudo que tínhamos direito!

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Sachsenhausen, Campo de Concentração Nazista – Berlim

Partimos para o lugar em que passaríamos a “virada” do ano: Berlim! Pegamos novamente um ônibus da Polskibus de Zakopane para Cracóvia e de lá pegamos outro ônibus (da mesma empresa) para Berlim. Pagamos 35,5€ na passagem, e após viajarmos, durante a noite, por 11 horas, no dia 30/12 chegamos! Dessa vez, escolhemos o Hostel Generator Prenzlauer Berg. Muito bonito, bem localizado, com serviço de locker e com excelente café da manhã. Porém dois problemas realmente incomodaram: falta de limpeza nos banheiros e péssimo acesso a internet. Pagamos 19€ por pessoa/ por noite, porém como era Réveillon, até que o preço não estava tão ruim. Em Berlim visitamos um lugar cuja vibe é pesadíssima; o Campo de Concentração Nazista – Sachsenhausen. Depois andamos pelo centro de Berlim, visitamos a “Ilha dos Museus”, a Nova Casa da Guarda (Neue Wache), no qual encontramos o Memorial Central da República Federal às Vítimas da Guerra e da Tirania; e a igreja de São Nicolau (Nikolaikirche). Que é a mais antiga de Berlim.

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Muro de Berlim

No dia véspera do Ano Novo visitamos a igreja Gedächtniskirche cuja torre foi completamente destruída durante a Segunda Guerra Mundial, o Tiergarten, que é um parque público urbano no qual está localizado o “Obelisco da Vitória” (monumento que aparece no clip “Stay” da banda U2). E a noite seguimos para o Portão de Bradenburgo para a “Grande Festa”. ! Nós não estávamos acreditando muito, mas acho que realmente estavam presentes os mais de 1 milhão de pessoas que eles divulgam todos os anos! Era muita gente, de todas as idades e tribos. Havia muitas barracas de comidas, roupas e acessórios, palcos, roda-gigante. A festa realmente foi incrível, exceto pelos fogos de artifício que decepcionaram um pouco.

No primeiro dia do ano de 2015, fomos conhecer a “East Side Gallery”.  Trata-se da maior parte do Muro de Berlim ainda restante, e que atualmente abriga pinturas de diversos artistas, constituindo uma verdadeira galeria de arte a céu.

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Amsterdam

Voando pela Ryanair, seguimos para Amsterdã (02/01) ainda bem cedo. Pagamos 60,17€ na passagem aérea. Lá ficamos no hotel mais chique da temporada, o Tulip Inn Amsteran Riversit. Não pense que era um 5 estrelas, mas perto de um hostel, ele era realmente incrível. Pagamos 25€ por pessoa (por noite) num quarto privado, com uma cama enorme, muito limpo, muito “clean”, banheiro enorme privado, com banheira. Afinal de contas estávamos praticamente na reta final do nosso mochilão e merecíamos essa mordomia… hehehe

Amsterdã é realmente belíssima, especialmente devido à presença de inúmeros canais que cortam a cidade, tanto que ela é apelidada por alguns de “Veneza do Norte”. Passeamos pelas ruas de Amsterdã e sentimos uma vibe muito agradável, exceto no Red Light Districts (Bairro da Luz Vermelha), onde tem a vitrine com “as moças” quase nuas. Ali o clima é bem tenso, nem tente tirar foto. Vimos uma turista levar, literalmente, um banho de água fria após ter tirado fotos de uma das vitrines. Visitamos também “A emocionante Casa de Anne Frank”. Foram horas de fila, mas se você conhece a história, vale muito a pena. E, como não poderia faltar, paramos nas famosas letras “IAMSTERDAN” para uma fotinha básica.

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Manneken Pis – Bruxelas

Bem cedo, no dia 04/01, pegamos o ônibus da empresa Eurolines por 23€ e seguimos para nosso ultimo destino: Bruxelas na Bélgica. Ficamos hospedados no Hotel Albergo pagando 21€ por pessoa em um quarto privado com banheiro privado. Não era nem de longe “luxuoso” como o de Amsterdã, mas era bem limpo, internet funcionava bem, e o atendimento também foi satisfatório, é claro que pelo preço, poderia ser um pouquinho mais bonito. Saímos desbravando a cidade e nos deparamos com o belíssimo Jardim Botânico. O labirinto vivo, sem dúvida é parada para foto! Passamos pelo monumento “Coluna do Congresso” e pelo “Parc de Bruxelles”. Depois visitamos o Grand- Place de Bruxelas que é uma praça rodeada por prédios lindíssimos como o da Prefeitura de Bruxelas e o Museu da Cidade. Próximo a essa praça, fomos visitar o “morador” mais famoso da região. O Manneken Pis!!! É a famosa estátua de um garotinho urinando no que seria a fonte. O monumento é famoso por ter uma vasta coleção de fantasias, as quais são literalmente vestidas na estátua, sobretudo em datas festivas. A Catedral de São Miguel e Santa Gudula, localizada no monte Treurenberg também é muito bonita, vale a pena visitar. E para finalizar, partimos para as compras… Muitos chocolates!!!!

Essa foi uma longa e inesquecível trip!!!!

Como dissemos no início, o objetivo desse post era dar uma visão geral, e quem sabe ajudar algum mochileiro a criar seu roteiro!!!!

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Ultima foto da “Expedição Esparta”

Acompanhe nossos posts específicos de cada um desses lugares incríveis pelo quais passamos!

Grande abraço,

Até a próxima aventura…

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10 Respostas para “#partiumochilar (30 dias, 14 países)

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  3. Muito bom esse projeto de divulgar uma experiência de voceis com as pessoas, tenho certeza que em algum momento será útil a alguém. Parabéns pelo trabalho, continue assim que em breve surge um patrocinador, boa sorte e Abraços.

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  8. Como vocês conseguiam reservar as acomodações? Tratavam direto com os hostels ou em algum site específico para isso?

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    • Oi Vagner, desculpa a demora em responder, todos as reservas de acomodações eram feitas ou pelo booking.com ou pelo hostelworld, isso quando não tínhamos algum conhecido no local de destino..Sempre muito tranquilo.

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